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Big Spaceship e sua criatividade

No último dia de Festival, a agência do Brooklyn defende que é necessário arriscar mudanças nos modelos de agência a partir da criatividade.

O futuro da publicidade depende da quebra do “feijão com arroz” nos modelos de mercados adotados até hoje pelo mercado, defendeu Mark Pollard, vice presidente da Big Spaceship.

A agência que fica Brooklyn em Nova York foi fundada como produtora e incorporou publicitários, artístas plásticos, estatísticos e sociólogos ao time. Dessa forma, cria e produz trabalhos que integram dispositivos diferentes em torno de uma marca.

 

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A quebra, diz Pollard, depende do entendimento de que agências não são fábricas e campanhas não são compradas em prateleiras de supermercado. “Trabalhos de comunicação não podem sair de uma linha de fabricação automatizada. É preciso que o anunciante saiba que o sucesso dele depende do nosso cuidado e do tempo que precisamos para desenvolver algo impactante e efetivo”, afirma.

Além disso, humanizar o processo criativo é algo que precisa ser incorporado, na opinião de Pollard. “Negócios são feitos por pessoas. E por mais que se diga que algoritmos e robôs vão ocupar a posição de homem em alguns processos de trabalho, a criatividade não pode ser engolida. É preciso olhar, sentir e criar com os olhos e o coração”, diz.

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